Leitura e interpretação textual
Questionário
1. Onde se passa a história “A
Soberba dos Substantivos”?
a) No pátio;
b) Em uma sala de aula;
c) Na cozinha;
d) Na biblioteca.
2. Qual era o conteúdo que a professora estava tentando ensinar naquele dia?
a) Verbos
b) Substantivos
c) Pronomes
d) Adjetivos
3. O que aconteceu quando a professora começou explicar o assunto?
a) Os alunos começaram a
conversar.
b) Os substantivos começaram a discutir.
c) O livro caiu no chão;
d) Os substantivos sumiram.
4. Qual é a principal mensagem que o texto transmite?
a) Que os substantivos são competitivos.
b) Que apenas o substantivo
próprio é importante.
c) Que todos os substantivos
têm sua importância e devem ser respeitados.
d) Que aprender gramática é
difícil.
5. O Substantivo Simples e o Substantivo Composto discutem sobre suas diferenças.
Explique, qual é a diferença entre eles.
6. O Substantivo Primitivo se considera importante porque:
a) É o que dá origem a outros
substantivos.
b) É o que indica qualidades.
c) É o que se escreve com letra
maiúscula.
d) É o que indica sentimentos.
7. O que a professora disse no final da história para acabar com a confusão?
R Que todos os substantivos são úteis e devem se respeitar.
8. Você gostou da forma como foi explicado o assunto sobre substantivos?
R_____________________________________________________________________________________________________________________________________________
Texto Base
A Soberba dos substantivos
De Autoria: Professora Laudicea — 2020
Tudo se passa em uma sala de aula, numa segunda-feira, com uma turma do 6º ano. A professora chega, cumprimenta os alunos com um afetuoso “Bom dia!” e anuncia:
— Vamos iniciar a aula! O assunto de hoje é Substantivo.
Ela começa a explicação:
— Substantivos são palavras que nomeiam seres, lugares, qualidades, sentimentos, noções, entre outros. Podem ser flexionados em gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (diminutivo, normal e aumentativo).
— Agora, vamos conhecer a classificação dos substantivos. Cada um tem a sua importância. Vamos lá, turma linda!
Mas, nesse momento, algo curioso aconteceu: os substantivos, que estavam todos dormindo dentro do livro de Português, acordaram ao ouvir a professora — e começou a confusão!
— Deixe que eu falo, professora! — gritou o Substantivo Simples. — Sou formado por apenas um radical, como: amor, casa, felicidade, livro, roupa.
Você pode me usar assim: Vamos comer um sonho ali na minha casa?
O Substantivo Composto retrucou:
— O Substantivo Simples é muito intrometido! Tomou a vez da professora, mas eu vou colocá-lo no lugar dele. Ele pensa que é melhor do que eu!
— Sou o Substantivo Composto, formado por dois ou mais radicais, como: arco-íris, beija-flor, malmequer, passatempo, segunda-feira.
E continuou empolgado:
— Ainda existem dois tipos de composição: por justaposição e por aglutinação!
A professora tentou interromper:
— Chega! Agora eu continuo a aula!
Mas o Substantivo Composto não se calou:
— Na composição por justaposição, há junção de dois ou mais radicais, sem alteração dos elementos formadores: amor-perfeito (amor + perfeito), beija-flor (beija + flor), guarda-chuva (guarda + chuva), peixe-espada (peixe + espada), saca-rolhas (saca + rolhas).
Já na composição por aglutinação, há fusão dos radicais, com alteração em um deles: embora (em + boa + hora), planalto (plano + alto), vinagre (vinho + acre), fidalgo (filho + de + algo), dessarte (dessa + arte).
— Vejam só! — interrompeu o Substantivo Primitivo. — Esses dois acham que são os mais importantes, mas eu sou o original!
Sou o substantivo cuja origem vem de palavras de outras línguas, como latim, árabe, grego, francês e inglês.
Exemplos: algodão (do árabe al-qutun); chuva (do latim pluvial); folha (do latim folia); pedra (do grego pétra); quilo (do grego khylós).
O Substantivo Derivado riu alto:
— Kkkkk! Eu é que sou mais importante! Sou formado a partir de substantivos primitivos da língua portuguesa, como: açucareiro, chuvada, território, jardinagem, livraria.
O Substantivo Comum se meteu na conversa:
— Vocês acham que só porque sou comum eu não tenho valor? Eu nomeio genericamente os seres da mesma espécie, sem especificar: mãe, uva, computador.
Com elegância, o Substantivo Próprio respondeu:
— Eu sou escrito com letra maiúscula e nomeio seres individuais e específicos. Particularizo os seres dentro de sua espécie: Brasil, Carnaval, Flávia, Nilo.
Logo apareceu o Substantivo Coletivo:
— E eu? Sou escrito no singular, mas represento um conjunto de seres da mesma espécie!
Exemplo: arquipélago (conjunto de ilhas), cardume (conjunto de peixes), constelação (conjunto de estrelas).
O Substantivo Concreto se apresentou:
— Nomeio seres com existência própria, como objetos, pessoas, animais, vegetais, minerais, lugares...
Exemplos: mesa, chuva, Felipe, cachorro, samambaia.
E, por fim, o Substantivo Abstrato falou com voz suave:
— Eu nomeio conceitos, qualidades, estados, ações, sentimentos e sensações de outros seres.
Exemplos: amor, calor, beleza, pobreza, crescimento.
Nesse momento, a professora retomou o controle e disse:
— Para evitarmos conflitos, basta que cada um respeite o outro. Todos são importantes e têm sua utilidade. Cada um de vocês é essencial no momento certo!
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